A presente pesquisa versa sobre a ocupação e construção da fronteira noroeste da Amazônia, durante o final do século XVII e início do século XVIII. Partindo da ideia de que o noroeste amazônico se caracteriza como uma “fronteira-zona”, onde diferentes atores – índios, portugueses, espanhóis e holandeses – tiveram a oportunidade de trocar experiências sociais e culturas com a finalidade de obter a supremacia na região em destaque. Objetivando que o noroeste amazônico foi muito mais fruto das relações de poder na esfera local, como o caso das monções portuguesas e da missão jesuítica de Maynas, do que um empreendimento imperial. Levando uma experiência a partir da colônia para ser reafirmada na metrópole.

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