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Formação Continuada dos (as) Professores (as) de Capitão Poço (PA): Pontos e Contrapontos (De)Coloniais

Esta pesquisa, em perspectiva decolonial, consiste em um estudo sobre a Formação continuada dos (as) professores (as) da cidade e do campo no município de capitão poço (PA). Com este trabalho, buscou-se alcançar os seguintes objetivos: geral – Compreender as contribuições das pedagogias decoloniais à formação continuada de professores que atuam nos anos iniciais do ensino fundamental em escolas públicas de Capitão Poço e, como objetivos específicos, desejou-se identificar políticas públicas no âmbito municipal que incentivem à prática das Pedagogias Decoloniais na formação de professores (as), enunciar o nível de conhecimento de profissionais da educação de escolas públicas em relação as pedagogias decoloniais, caracterizar indicativos de (de)colonialidade na política de formação continuada de professores (as) da SEMED – Capitão Poço e abordar, por meio do estado do conhecimento, a discussão sobre a formação de professores em perspectiva decolonial. Sendo assim, este estudo justificase tanto no intuito de responder sua problemática, que se constitui da seguinte maneira: Como as pedagogias decoloniais podem contribuir para formação continuada de professores que atuam em Capitão poço? Quanto para construir sentidos e produzir conhecimentos na área da Educação através das narrativas dos (as) professores-colaboradores, reconhecendo o protagonismo que lhes pertence e sempre pertenceu no momento que se busca pesquisar sobre a formação continuada desses (as) profissionais. A abordagem da pesquisa é qualitativa, tendo em grande parte de seu referencial teórico autores decoloniais. Sobre os resultados alcançados, eles apontam que as formações de professores (as) em Capitão Poço não seguem a perspectiva decolonial, pois essas formações provêm de uma educação colonizada, de políticas educacionais forjadas pelo capitalismo que se assentam em uma sociedade moderno-neoliberal. Assim, o contexto que se insere essas formações não permite que elas sejam decoloniais, mas isso não significa que os (as) professores (as) não o sejam, ou mesmo, que o gérmen da decolonialidade não esteja surgindo entre essa classe trabalhadora no município pesquisado.

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Autor(a)

Deise Ferreira dos Santos

Orientador(a)

Waldir Ferreira de Abreu

Curso

Educação

Instituição

UFPA

Ano

2024