Em seu centenário, Frantz Fanon ganha cinebiografia para celebrar o pensador que transitou por diferentes áreas.

Fanon é de 2025. Foto: divulgação.
Confesso que tenho uma falha na minha formação como historiadora: conheço muito pouco dos grandes nomes da Sociologia. Por exemplo: foi apenas no ano passado que fui apresentada, durante um curso livre, a Frantz Fanon. De cara, o que me impressionou foi a brevidade de sua vida: morreu com apenas 36 anos. Na ocasião de seu centenário de nascimento, em 2025, estreou na França um filme sobre sua breve mas impactante jornada como humanista e pensador, intitulado simples e sucintamente Fanon.
Argélia, 1953. O doutor Frantz Fanon (Alexandre Bouyer) chega num hospital psiquiátrico para gerir a ala dos doentes locais, onde medo e respeito se confundem. De cara, faz uma pequena revolução, mandando soltar os homens acorrentados e os presos em camisas-de-força. Ele consegue um intérprete para se comunicar com os internos, e pede a ajuda deles para deixar o ambiente mais acolhedor.




